23 de abril de 2018

Nossas equipes em 2018

A escola é por excelência, um espaço privilegiado de construção e disseminação do conhecimento. ESCOLA é lugar de INTERAÇÕES e BRINCADEIRAS. Lugar de aprender aprender brincando e brincando aprendendo. Aprendendo sobre a vida, compartilhando vivências, trocando experiências, apropriando e ressignificando o conhecimento.
 No CEI Alexandre Sartori, contamos com uma equipe comprometida com o trabalho educativo das nossas crianças.
 Equipe gestora

Diretora - Regina
Vice-diretora -  Flávia
Orientadora Pedagógica - Patrícia

Professoras responsáveis pelo blog e o projeto HORTA

Kátia, Roberta, Tânia

Equipe da Limpeza 
Maria de Lourdes (Lola) Lourdes, Luciana


Equipe Limpeza Zuleika


 Equipe AG I A

Michele, Lucineia, Beatris, Priscila, Karin, Estéfani e Vitor
Equipe I/II B
Cristina, Ana Célia, Andréia, Renata, Kátia, Ana Cristina, Daniela
 AG II A
Luana, Miris, Roberta, Meiry, Alex



 Equipe AG II B
Rita, Irô, Tânia Alves, Tânia Peria, Andreza
AG II C

Fernanda Anselmo, Marlene, Valdinéia, Fernanda Minari


 Apoio a equipe gestora/secretaria

Rita
 Professora de Educação Especial 

Marisa
 Equipe cozinha

Equipe Vigilantes

Luiz, Romário



20 de abril de 2018

Doença mão-pé-boca (HFMD)


POr MARIA HELENA VARELLA BRUNA 


A doença mão-pé-boca (HFMD, sigla em inglês) é uma enfermidade contagiosa causada pelo vírus Coxsackie da família dos enterovírus que habitam normalmente o sistema digestivo e também podem provocar estomatites (espécie de afta que afeta a mucosa da boca). Embora possa acometer também os adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade.
São sinais característicos da doença mão-pé-boca:
·         febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões;
·         aparecimento na boca, amídalas e”faringe”de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas;
·         erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital.
A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas.
Não existe vacina contra a doença.

Sintomas
O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum. Quando a sintomatologia típica da doença mão-pé-boca se instala, a erupção das lesões na orofaringe é antecedida por um período de febre alta e gânglios aumentados, seguido de mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia. Por causa da dor, surgem dificuldade para engolir e muita salivação. Por isso, é preciso redobrar os cuidados para mantê-la bem hidratada e recebendo alimentação adequada.

Diagnóstico
O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas, localização e aparência das lesões. Em alguns casos, os exames de fezes e a sorologia (exame de sangue) podem ajudar a identificar o tipo de vírus causador da infecção.
É muito importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças que também provocam estomatites aftosas ou vesículas na pele.

Tratamento
Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca. Em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, o tratamento é sintomático com antitérmicos e anti-inflamatórios.  Os medicamentos antivirais ficam reservados para os casos mais graves.
O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem, apesar da dor de garganta. 
Recomendações
* Nem sempre a infecção pelo vírus Coxsackie provoca todos os sintomas clássicos da síndrome. Há casos em que surgem lesões parecidas com aftas na boca ou as erupções cutâneas; em outros, a febre e a dor de garganta são os sintomas predominantes. Fique atento, portanto;
* Alimentos pastosos, como purês e mingaus, assim como gelatina e sorvete, são mais fáceis de engolir; já os alimentos ácidos, muito quentes e condimentados são mais dificeis;
* Bebidas geladas, como sucos naturais, chás e água são indispensáveis para manter a boa hidratação do organismo, uma vez que podem ser ingeridos em pequenos goles;
* Crianças devem ficar em casa, em repouso, enquanto durar a infecção;
* Lembre sempre de lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada.

Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/doenca-mao-pe-boca-hfmd/

postado por R

19 de abril de 2018

Dia de Reunião Pedagógica na escola

Tivemos uma reunião na quarta-feira, dia 11/04. Recebemos uma formação com uma especialista em danças brasileiras, Renata.
Foi uma manhã muito prazerosa e com muito aprendizado. 
Aguardamos ansiosos pela realização da nossa FESTA JUNINA com muitas danças típicas do nosso país.

























16 de abril de 2018

Anote na agenda!

No dia 23 de abril de 2018 começa a Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza, estratégia do Ministério da Saúde para diminuir o impacto da gripe em todo o país. O Dia D, considerado a data mais importante de mobilização nacional, está marcado para 12 de maio, um sábado.

fonte:https://saude.abril.com.br/medicina/vacina-gripe-2018/

Postado por R

12 de abril de 2018

Aniversariantes do MÊS de MARÇO

Nos reunimos para comemorar os aniversariantes do mês de março. Foi uma tarde muito agradável!!!
















Postado por: T. A

9 de abril de 2018

Sugestão de texto para leitura!


Mordidas: agressividade ou aprendizagem?
Por Ana Maria Mello e Telma Vitória

O primeiro contato da criança com o mundo é pela boca e morder faz parte disso. Ninguém gosta que seu filho seja mordido. Os pais da "vítima", às vezes, sentem-se culpados por deixarem seu filho correr num ambiente com tantas crianças. Já os pais do mordedor, quase sempre, ficam envergonhados com o fato. Tanto a família do mordedor quanto a do mordido se sentem preocupados ou agredidas.
Mas o que significa a mordida?
O primeiro contato da criança com o mundo é pela boca. Você já reparou em um bebê de quatro meses? Ele leva coisas para a boca. Mãos, pés, todos os objetos ao alcance vão, mais cedo ou mais tarde, para a boca do bebê.
Ao colocar um objeto na boca, o bebê está experimentando este objeto. Está aumentando seu conhecimento sobre as coisas que o rodeiam. Começa a experimentar diferenças de peso, textura, tamanho, forma. Enfim, a cada bocada ele conhece um pouco mais o mundo ao redor!
A boca é um dos meios mais importantes para o bebê entrar em contato com o mundo. Além de usá-la para conhecer as coisas, o bebê a utiliza para outras formas de contato. Aceitar ou rejeitar alimentos é uma das formas. Chorar também.
Quando surgem os dentes, começam as mordidas. Vindo da boca, não podia ser diferente: a mordida também é uma maneira de conhecer o mundo. Mordendo um objeto, a criança pode perceber muitas coisas. A diferença entre duro e mole, por exemplo. Também pode perceber a novidade que é o susto, o choro ou o espanto da criança mordida. Descobrir que a outra reage à uma grande aventura! Morder pode ser fascinante. Tão fascinante que a criança pode querer repetir.
Quem será um mordedor?
Em nossa cultura, freqüentemente expressamos carinho brincando com os dentes, sobretudo com bebês, fingindo morder.
Essas ações geram "modelos de imitação" para os pequenos. Eles utilizam esses modelos nas brincadeiras com outras crianças. Porém, ainda não sabem quanta força podem colocar na boca e também não sabem avaliar as conseqüências desse comportamento.
Isso não quer dizer que seja desaconselhável brincar com a criança usando a boca. Pelo contrário. Desde que respeitadas as particularidades e as sensações da criança, esses momentos podem ser muito afetuosos e de grande intimidade. É preciso apenas ir mostrando que ela pode acabar provocando dor e machucando outras crianças. Sobretudo aquelas que não estão com vontade de entrar na sua brincadeira.
A diferença individual também é importante nesta hora. A partir de experiências com os adultos e os objetos, cada criança vai construindo uma maneira particular de reagir.
Um beliscão, dado com a mesma força pode provocar reações diferentes em diferentes crianças. Um som alto pode não chamar a atenção de algumas, enquanto outras ficam extremamente irritadas. Isso também é válido para o toque, a tolerância à frustração, os sentimentos de ciúme, a busca de atenção ou a procura de exclusividade. Cada criança tem sua maneira de reagir frente aos conhecimentos.
Em situações em que se sente contrariada ou nas disputas de objetos, algumas crianças reagem de forma explosiva, mordendo, enquanto outras choram, na expectativa de que o adulto a ajude.
Muito comum é acontecer uma mordida quando uma nova criança entra num grupo de crianças. Pode ser que uma das crianças fique insegura ou com ciúmes da novata. Sem poder compreender direito, sem ter como organizar suas emoções, ela pode descarregar sua ansiedade na forma de mordida. Você já deve imaginar: em geral, o alvo é esta nova criança.
Como acabar com as mordidas?
Há "receitas" para obter mordidas, mas para acabar com elas, não. Importante é saber disto: Seja qual o for o fator que leve à mordida, é preciso muito cuidado para não rotular a criança como “mordedor”. Quando se rotula uma criança, todos passam a esperar que ele volte a ter aquela reação. Mesmo que seja uma expectativa sutil, a criança percebe. Para ela, essa expectativa é marcante, e pode aumentar a ansiedade da criança. Esse aumento da ansiedade pode levá-la a dar novas mordidas.
Se a mordida acontecer, reforça-se a idéia de que ela é mordedora. A expectativa aumenta, aumenta a ansiedade e ela morde mais uma vez. Um ciclo sem fim. 
Mesmo que a criança não fale direito, alguma coisa da conversa dos adultos ela entende. Ela percebe o clima. Isso também pode acentuar seu comportamento de morder, com motivo ou sem motivo aparente. Por isso, se for preciso conversar sobre o fato, é melhor que não seja na presença da criança.
Na ocorrência de uma mordida, talvez o melhor seja tratar o fato com tranqüilidade. É importante esclarecer, para a criança, a dor que se sente. Importante também é ajudá-la a encontrar outras formas de se comunicar. Mostrar possibilidades de expressar, através da fala e dos gestos, suas emoções. 
É preciso compreender que esta é uma fase do desenvolvimento da criança. Praticamente todas as crianças, entre um e três anos, em algum momento, usaram ou usarão tal conduta. Esse recurso praticamente desaparece quando a linguagem estiver mais desenvolvida. 

Postado por R

18 de dezembro de 2017

Passeio ao BUFFET ARRELIA - 2ª parte

Tantas brincadeiras, tanta diversão, tantas risadas, tantas histórias. Turmas reunidas, crianças e adultos brincando juntos... 
Terminamos o ano com a certeza de um lindo trabalho realizado.
Parabéns a toda a equipe do CEI Alexandre Sartori pelo trabalho realizado. 
Projetos lindos foram desenvolvidos em 2017: "Nós também fazemos história (AG I A), Ciranda dos bichos (AG I/II B), Animais (AGII A), De olho no céu (AG II B), De onde vem?
 (AG IIC)
Obrigada a todos!!!!! 
Até 2018!!!!!!















































































Fotos: Karin Lickel